Publico essa tirinha já pensando no que vou dizer para a minha mãe quando ela ler, não entender e pedir pra eu explicar.
MAS vamos falar de coisa boa, vamos falar
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Oi! Se você gosta do meu trabalho e quer me pagar um milkshake, um brigadeirinho ou um iate em Angra dos Reis (a gente sonha, né), meu pix é nia.fernanda@gmail.com. Obrigada pelo carinho!
Adhaudhaudhuahduahduahduhaudha, essas legendas de tirinhas são hilárias, Nia!
ResponderExcluirNia, estou completamente maluca de ansiedade para a Bienal do livro aqui em SP, já esperava por ela porque vou encontrar uma autora que gosto, e aí descobro que tenho a chance de te conhecer! Quero MUITO conversar com você e comprar o primeiríssimo de (eu espero) muitos livros do Como Eu Realmente!
ResponderExcluirOhnn, que amor! Vai ser demais te encontrar lá, Luiza! Estou ansiosa! :D
ResponderExcluirHahahaha Que romântico! Já vão fazer altos yaoi com o James e o David (urgh! não sei nem o que pensar disso! hahahaha)
ResponderExcluirNo capítulo XXIV, onde aparecem os alemães, começa o BDSM hardcore.
ResponderExcluirA primeira vez que ouvi falar de fangirls foi aqui, então foi de você que eu lembrei quando achei este canal.
ResponderExcluirEstá em inglês, mas parece ser uma boa fonte de pesquisa sobre fangirls... rs
https://www.youtube.com/watch?v=MM50q9fZuFg&index=8&list=TLhj2kEVMCqBNirLQbC2X8b7oNk5WcozgR
Não "já vão fazer". Já tem. E já tem um tempinho. Sério. Tipo. Sério... e_e
ResponderExcluirOMFG... o.O
ResponderExcluirOk, então eu... eu... eu vou me contentar em não ler. *treme*
Já tem. Com o Neymar e o Niall da One Direction também
ResponderExcluirPior que uma amiga minha tava fazendo uma fanfic, até mostrou pra mim no face pra ver se era boa (costumo muito ler fanfics), ela ama yaoi e tenta puxa eu para esse lado. D:
ResponderExcluirSegunda piadinha: ficou em quarto igual Applause, rs.
Eu gosto de yaoi-qqqqqqqq .-. Principalmente SasoDei. -qqqq
ResponderExcluirPassa o link. :v
ResponderExcluirQual o nome da droga? .-.
ResponderExcluir'-' MEU DEUS, SHIPPO MUITO!
ResponderExcluir*se esconde embaixo das cobertas*
ResponderExcluirTenho muito medo de quem shippa pessoas. T_T
Mas o pior é que fui pesquisar pra ver se era verdade ou exagero e... por quêee!? =X
(o que foi visto não pode ser desvisto)
Ahahaha a descrição do capítulo XII foi demais!
ResponderExcluirAdorei essa nova personagem Fangirl, ela me descreve kkk.
ResponderExcluirE olha, sabe qual o problema desse blog? Não tem tirinhas suficientes para alimentar o meu vício haha. Parabéns pelo trabalho, é muito incrível. Partiu comprar o livro em 3,2,1
Yaoi é tipo o Brokeback Mountain do Japão, não é?
ResponderExcluirShippei hard :c e o quase beijo de mentirinha dos alemães? isso foi pra matar qualquer uma do coração <3
ResponderExcluirAiai, minha sanidade... XD
ResponderExcluirJá tem gente shippando o Fuleco e a mascote da Copa feminina de 2015! Hahahah
ResponderExcluirEu encomendei o livro e ele vai levar 21 dias pra chegar. QUE COISA HEIN KKKK
ResponderExcluirDoctor Who ♥♥♥ Ela tem uma miniatura de tardis 'o' E um poster legal dos doutores... e um companion cube ♥ e referências a dead pool e hora da aventura e mais algumas que eu não entendi =D
ResponderExcluirA melhor parte do meu dia é ligar o computador e ver essas fanfics toscas de James e David Luiz. HAHAHAHAHA
ResponderExcluirO importante é que os gringos consideraram a Copa de 2014 a melhor de todos os tempos.
ResponderExcluirEu citei umas 20 personagens para ela criar, mas ela ainda não me respondeu u_ú
ResponderExcluirUma boa ideia sobre Fan Girls seria falar sobre as Fujuoshis, fans de casais Yaoi :3 principalmente as que shipam Naruto ou Attack on Titan apesar de eu ser fan de yaoi eu não faço a menor ideia de onde elas tiram tanta criatividade para as FanFictions
ResponderExcluirAcho que os termos surgiram por necessidade, porque eles têm um mercado muito amplo lá, que engloba desde crianças até adultos, de ambos os sexos. É muita coisa sendo produzida, então eles foram focando e criando nichos.
ResponderExcluirO Japão tem uma tradição antiga em literatura e na criação de histórias associadas a gravuras, com xilografia, enquanto aqui livros foram proibidos por muito tempo. É uma coisa realmente popular lá; já nós não temos um público leitor muito grande.
No Brasil, infelizmente, esse tipo de literatura ainda é muito associada ao público infantil, então não há uma preocupação em criar novos mercados e gêneros, e nem em dar um nome melhor às HQs - eu confesso que nem sei um nome bom para sugerir.
Imagina que massa seria, por exemplo, versões em mangá de histórias da antiga coleção vaga-lume (entregando a idade agora eheuhue) ou de clássicos da literatura brasileira.
Fujoshi?
ResponderExcluirImagina se tivesse procurado no Gugol imaens KKKKK
ResponderExcluirNão sei... acho que estamos observando uma expansão deste mercado agora. Tímida, mas ainda assim expansão. E em grande parte devido à internet.
ResponderExcluirVeja, a própria Nia e a Bianca Pinheiro (de Bear) tiveram seus volumes impressos lançados em editora, e vários outros artistas têm tido um relativo bom reconhecimento, como, por exemplo: Terapia, Um Sábado Qualquer, Lobo Limão, Will Tirando, Mentirinhas... no Catarse, a plataforma de crowdfunding mais famosa no Brasil, os quadrinhos já respondem pelo terceiro lugar nos financiamentos coletivos (perdem pra música e filmes) e sua grossa maioria tem sido financiada com sucesso, permitindo um razoável número de lançamentos independentes.
E não posso deixar de mencionar o nosso Steve Jobs da banda desenhada: Sidney Gusman, que estando à frente da maior potência brasileira em termos de quadrinhos (muitas tiragens da Maurício de Sousa Produções vencem de lavada as tiragens de gigantes como Marvel e DC), tem uma visão ampla e variada do mercado do gênero, tendo usado a máquina a que tem acesso pra injetar uma boa dose de novidade no mercado brasileiro de quadrinhos (aproveitando talentos brasileiros de várias fontes, como o mercado americano, os fanzineiros e mesmo os produtores de webcomics).
Claro, pode ser uma miopia da minha parte por estar muito envolvido nesse meio; a maioria das pessoas ainda desconsidera esta fantástica arte como opção de entretenimento ou mesmo de cultura. Mas tradições demoram a se formar, e já me anima perceber que, lentamente que seja, estamos dando passos na direção de diversificarmos o mercado e a produção de quadrinhos.
Porque, francamente: Homem-Aranha e Superman já esgotaram as ideias.
Não sou, mas também não tenho nada contra :]
ResponderExcluirJá li algumas estórias yaoi, achei boas, mas não me chamou a atenção. Bara eu descobri por acaso, procurando algo nada a ver com isso (o arco baragaki de Gintama), e confesso que me assustou um pouco.
Olha, sem querer jogar um baldinho de água gelada - mas já jogando -, acho que é uma visão de alguém de dentro do meio/nicho, sim.
ResponderExcluirMangá, no Japão, não é nicho, é massa; nicho são os gêneros (shoujo, shonen, seinen, josei, etc) e subgêneros (yaoi, yuri. mecha, mahou shoujo, etc). É muita gente e muitos estúdios produzindo, para diversos públicos.
Temos o Mauricio de Souza (que eu gosto), mas é um único estúdio que domina o mercado, e escreve para crianças e pré-adolescentes.
Eu não duvido que, no futuro, tenhamos mercado e público diferentes, seguindo tendências que já ocorrem no exterior, como a produção em live-action de tramas adultas (caso de Azul é a cor mais quente e Walking Dead), mas não vejo isso acontecendo no curto prazo.
A internet é boa para disseminar ideias e reunir pessoas com um gosto em comum, mas não necessariamente vai criar um público grande por si só. Eu, por exemplo, sou fã de anime desde a época da Manchete, e vi o número de fãs crescerem por causa da internet - principalmente shoujo -, mas, mesmo assim, percebo que anime ainda é nicho no nosso país. Mangá é mais nicho ainda; fanfics também.
Para de fato popularizar as HQs no Brasil, é preciso ir além. Precisamos do básico, que é criar um público que goste ler, e infelizmente não temos; a maioria dos brasileiros não lê.
Enfim, não creio que seja algo impossível, mas, para acontecer, seria necessário criar estratégias e políticas mais abrangentes e com um pensamento em longo prazo. '-'
Descobriu da pior maneira. .-.
ResponderExcluirRi muito agora. ;-;
ResponderExcluirVocê não jogou balde de água fria nenhum. Estamos ambos prevendo o futuro e podemos ambos estar errados, com a mesma chance.
ResponderExcluirEu prefiro permanecer otimista. Se ficarmos com esse papo de "brasileiro não gosta de ler" e não formos atrás de escrever, só o que estamos fazendo é perpetuar a situação. E. como eu disse: hábitos e tradições não surgem de repente.
Não que eu discorde do seu ponto de vista; outro dia eu estava lendo sobre dicas para escrever bem em um blog, e uma delas era: não use palavras difíceis. E eu pensando: "Putz, a comunicação verbal já é falha por natureza; se a gente limitar o vocabulário, daqui a pouco estaremos grunhindo e nos agredindo ainda mais!" Se todo escritor pensasse assim, eu nunca teria aprendido o que significa aquela palavra ou aquela outra.
Finalmente pude ler o seu livro e, ó: fez jus ao site. Ri muito sozinho ontem, foi uma decisão muito sábia manter aqueles textinhos no fim da tira. Eles já fazem parte da própria tira.
ResponderExcluirSó daquele texto do gênio perguntando da vasilha de pavê eu ri uns vinte minutos seguidos! rsrs
Calma, em nenhum momento eu disse que deveriam parar de escrever o.O
ResponderExcluirTu comentaste o fato dos japoneses terem tantos nomes para diferenciar mangás, enquanto nós não teríamos nem um bom termo para quadrinhos, e eu respondi que isso se deve às diferenças entre o mercado japonês e brasileiro. O nosso é claramente menor e menos desenvolvido que o deles, por razões históricas e culturais.
Crowdfunding é legal, mas não é uma expansão do mercado porque quem doa já é leitor, é alguém que já "está dentro"; por isso citei que é algo de nicho.
Além disso, o trabalho da Nia, por exemplo (pelo menos o que eu vi aqui no blog), é muito mais próximo da charge, do cartum e da tirinha, estilos que já são tradicionais no Brasil. Temos uma tradição em cartunistas famosos e não é incomum que seu trabalho se torne livro.
Quanto ao uso de palavras fáceis ou difíceis, depende do tipo de texto e do público que se quer atingir. Não existe comunicação boa ou ruim, existe comunicação que dá certo e que não dá.